«Cores» no centenário do nascimento de Ruben A.

«Todas as vezes que entrava numa sala onde estava gente ele fazia-se vermelho. »

Escolha uma cor. Vermelho? Conheça este protagonista solitário e tímido que cora por tudo e por nada. Azul? Saiba o que pode alguém fazer para ter sangue aristocrático. D. Branca preserva a virginal existência. Já o Senhor Roxo é vidente… O pequeno livro Cores é uma pérola de ironia e um boa forma de travar conhecimento com Ruben A. Contém 8 contos, cada um subordinado a uma cor.

Ruben Alfredo Andresen Leitão, ou Ruben A., faria hoje 100 anos (saiba mais sobre as comemorações do seu centenário aqui). Escritor, docente e historiador, distinguiu-se pela singularidade do seu imaginário, sendo conotado com o movimento surrealista, e pela veia irónica. Cores, de 1960, foi editado pela Assírio & Alvim em 1989. E a edição de bolso do seu romance A Torre da Barbela está disponível a partir de hoje nas livrarias, em suporte papel e digital.

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