Dia Mundial da Criança

O Dia Mundial da Criança, já na próxima segunda feira, será assinalado por várias entidades com atividades online associadas à leitura.

As BLX têm uma edição especial da hora do conto «Uma história por dia não sabe o bem que lhe fazia» com a seguinte programação: 11​h: Cornelius, de Leo Leonni, pela mediadora Maria José Leite; 12h: There was an old Lady who swallowed a Fly  – Child’s Play International, pela mediadora Rita Belchior; 13h: Estória estória…do tambor a Blimunda, de Celina Pereira, pela mediadora Vandiza Lopes; 14h: El Abuelo de Zulaimar, de Juan Carlos Méndez Guédez, pela mediadora Maria Santos Silva; 15h: C’est un chapeau,   de David Machado, pela mediadora Rute Teixeira; 16h: Catarina, o urso e o Pedro, de Christiane Pieper, pela mediadora Rita Belchior​.

No âmbito da programação «O D. Maria II em casa», o Teatro D. Maria II transmite, pelas 17h, mais uma edição do Clube dos Poetas Vivos, esta com a temática «Poesia & Sonho: As crianças é que sabem». A sessão «reúne poemas de poetas de várias línguas, que não os escreveram para as crianças, mas que as crianças entenderão melhor que ninguém, porque os porquês, a aventura, a liberdade, o riso, o sonho e a coragem, são o seu território natural. As leituras serão feitas pelas vozes de Catarina Loureiro, Cláudia Gaiolas, Crista Alfaiate, Manuela Pedroso, Marco Paiva e Teresa Sobral.» Nesse dia, na Salinha Online, serão lidas as obras Parece um pássaro, de David Machado, e «O pai que se tornou mãe», de José Eduardo Agualusa, um dos contos de Estranhões & Bizarrocos (11h).

O Programa de Educação para as Literacias – Letras Cores e Saberes terá um momento de leitura partilhada dos Direitos das crianças às 10h e, pelas 11:30, um encontro com as autoras da coleção Olimpvs.net, Ana Soares e Bárbara Wong.

O Teatro São Luiz transmite, pelas 17h, a Gala do Clube dos Críticos, que premeia um conjunto de espetáculos. Os críticos são uma turma do 4º ano da Escola Básica de São José e as categorias são, por exemplo, «Espetáculo que me deu mais fome», «Peça mais divertida que eu até fiz chichi nas cuecas» e até «Espetáculo que não chegámos a ver porque ficámos de quarentena».

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